É engraçado. Você insiste em
deixar seu cabelo um pouco maltratado, afinal o que seria da vida da cabeleireira
(o) se as suas madeixas fossem sempre impecáveis?
Insistimos em levar nossos filhos
para aprender na escola, porque lá é o único lugar em que ele poderá se
desenvolver adequadamente. A mãe diz: Deus me livre se meu filho não tivesse um
professor!
Jogam lixo no chão e dizem: assim
o gari não vai ficar desempregado.
Continuamos assistindo filmes
ruins, pode ser que seja uma má fase do cinema. Preciso prestigiar os grandes
diretores, mentores de uma arte tão nobre...
O meu corpo só ficará saudável
com a ajuda de um profissional de educação física, preciso urgente de uma
academia!
Vou trocar meu celular novo, pois
o meu já está ultrapassado, quase entrando no rol dos “tijolões”... Bem, vou
doar o meu velho para quem precisa, assim reciclo e ainda estou praticando uma
boa ação.
Então, por que não nos
permitimos, por exemplo, ficarmos doentes para darmos aos médicos e enfermeiros
o que fazer?
Que parte temos nisto tudo? Quais
são os verdadeiros pensamentos que guiam nossas escolhas e, conseqüentemente,
nossas vidas? Quais caminhos tomamos a fim de satisfazermos nossos desejos?
Pensamos realmente nos outros?
Você não quer morrer para
alimentar a indústria funerária, não é?
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